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segunda-feira

Mês dedicado unicamente ao patchwork

O calendário deste mês, que serve como um registo do meu progresso nos trabalhos de agulhas, está quase inteiramente preenchido com EPP (English Paper Piecing), uma consequência natural das histórias que me acompanharam durante este tempo.

Tenho o hábito de escutar audiobooks enquanto tenho as mãos ocupadas, o que não me permite folhear um livro. Neste mês, deixei-me envolver pelos romances de Gill Hornby, "Miss Austen" e "Godmersham Park". As narrativas transportaram-me para cenários domésticos de grande quietude, dedicados a EPP e bordados. As palavras de Gill Hornby ecoaram no meu trabalho, tornando-me ainda mais consciente do valor dos momentos silenciosos e das pequenas alegrias que o trabalho manual me proporciona.

O que mais me fascina no EPP é a sua portabilidade e versatilidade, mas sobretudo ser um processo mediativo. Diferente de outras formas de patchwork que exigem uma máquina de costura e um espaço definido, o EPP pode ser feito em qualquer lugar: no sofá, no jardim, até mesmo durante uma viagem. Talvez seja por isso que tantas mulheres ao longo dos séculos tenham se dedicado a essa prática.  

Em EPP fiz o quarto bloco para o Queens walk:


E estou a transformar o falhanço de EPP com tecidos William Morris, num caminho de mesa. Comecei por atribuir o falhanço deste projeto à falta de tecido para repetir padrões uma vez que optei por fazer com um charm pack e 3 ou 4 tecidos adquiridos a metro. Mas depois a minha mente viajou no tempo e recordei que, propositadamente, evitei cruzes no meu padrão e tentei realçar um desenho de estrela! O resultado da tentativa de fugir ao desenho da cruz é evidente nos blocos das pontas, onde realcei 4 pontas a azul escuro e a vermelho forte. O bloco do meio fiz passado quase um ano, e o resultado foi totalmente diferente. O que aprendi com este projeto é a necessidade de planear as cores, os contrastes e a continuidade de um padrão, neste tipo de projeto, já que não é apenas uma junção aleatória de pequenos tecidos, como eu pensei fazer, pensando no contexto sócio económico em que este tipo de trabalho era realizado e não no contexto do trabalho da Lucy Boston
Canto dos trabalhos por terminar

Em relação ao Queens walk, aprendi que o melhor é colorir a página que a Sarah fornece e só depois escolher os tecidos e sua distribuição nos blocos.

Cheguei a um ponto que não queria lidar mais com o  caminho de mesa e retomei o Prince Quilt que, apesar de também ter os seus erros, dá-me sempre prazer retomar, corrigir e adaptar. Estou a pensar bordar uma das frases do meu Pai, no centro do painel.


As agulhas, juntamente com a música tiveram um efeito terapêutico de combate à tristeza da ausência física do meu pai,  mais sentida neste mês de Março.


quinta-feira

Celebrando os 250 anos do nascimento da Jane Austen

 É do conhecimento de quem tem andado por aqui e de quem me conhece que sou fã da Jane Austen. A uns dias de viajar para Inglaterra, fiz, como sempre, as minhas pesquisas e aquisições. Atendendo ao preço do kit da cópia do quilt que se encontra na casa-museu Jane Austen, desisti de o adquirir. Mas não foi só o preço; estive a ver os tutoriais do kit/coverlet e verifiquei que não é montado da forma original, em EPP. Mas a verdade é que desde o primeiro dia que vi o quilt/coverlet da Jane Austen, ele não me sai da cabeça. Optei, então, por adquirir na Sew&Quilt alguns EPPs e tecidos e criar a minha própria manta.

A jovem Jane Austen, na série da BBC, deitada numa colcha EPP
A Cassandra a dobrar um quilt, na série da BBC, Miss Austen

Terminei o audiobook Miss Austen e tive a agradável surpresa de encontar os quatro  episódios da série da BBC que se baseia neste livro, com a actriz Keeley Hawes, no papel da Cassandra, uma excelente escolha! Na adaptação da obra, infelizmente, eliminaram os momentos descritos no livro em que a Cassandra, mais velha, trabalha apenas em EPP, por os olhos lhe falharem para outro tipo de trabalhos. Como compreendo esta personagem e me revejo nela! Enquanto via a série retomei o bordado dos Dentes de Leão e estive a bordar, com um candeeiro com lupa, em frente a uma janela, conseguindo, só assim, ver o traçado do desenho a bordar!

Na Fnac consegui adquirir o livro Miss Austen, agora para ler, e resolvi encomendar o Godmersham Park. Estou a levar muito a sério a comemoração dos 250 anos do nascimento da Jane Austen! Vibro com estas celebrações e aproveito tudo o que posso e que vai surgindo este ano. Com as pesquisas no Google, deixo a minha pegada e tropeço constantemente em sugestões. A de hoje foi um livro de culinária, aliás 2, Jane Austen's Table e Dinner with Mr Darcy. Não resisti e encomendei o primeiro, com lanches e piqueniniques baseados na obra da Jane Austen.

P.S Leitura de cabeceira que terminei ontem e recomendo Espera Silenciosa.

YouTube: Mansfield Park, Northanger Abbey (2007, Emma, Sense and Sensility, Pride and Prejudice

terça-feira

Escutar e folhear Miss Austen


Celebrando os 250 anos de Jane Austen procuro escutar e ler o que ainda não conheço. O mais recente audiobook Miss Austen, que escutei enquanto fazia malha, deu-me imensa vontade de voltar ao patchwork.

Retirei algumas passagens do livro, na Fnac, onde diz "folhear" , que aqui partilho, como uma justificação da vontade que tenho de retomar EPP.

"(Cassandra) She tucked in her feet, opened her valise and took out her work. How useful it was to sew, to fuss about with a needle, to keep your eyes on the stitch. It was always her armour in difficult situations, the activity itself a diver sion from the awkwardness of the company. She often wondered how men managed, without something similar. Although it did seem that they were so less often stuck for words. She had only brought with her patchwork. Her eyes were no longer good enough for anything finer by lamplight. ‘Do you not have work, Isabella dear?’ She slotted the paper behind the shape of sprigged cotton 12 and started to stitch around. ‘Nothing with which you are busy?’ Isabella, staring into the fire, shook her head. ‘I was never terribly good at that sort of thing.’ Cassandra, who could patchwork with her eyes closed, looked up with some surprise.

(...)  She began to pack away her work. Isabella’s new-found loquacity had quite seen off the evening. At last it was an hour at which they could respectably retire

A realidade é que gosto de sonhar e viajar com as leituras que faço e, como tal, tenho de me identificar com as personagens e até mesmo com locais que quero visitar ou que já tenha visitado. Talvez por isso tenha sido de difícil leitura O Ateliê dos Recomeços, talvez por ser de uma autora coreana ou simplesmente porque ando adoentada e cansada.

Desta leitura, apenas retive:
"Se calhar, só quando uma pessoa se tornava capaz de optar por descansar e definir o seu próprio ritmo é que tinha realmente crescido."
"Quem já provou a felicidade é quem desfruta mais dela (...) quanto mais reparares na tua felicidade, mais ela se torna tua."
"Por vezes, são as coisas que não conseguimos explicar que deixam os ecos mais distintos (...) estrelas cadentes e auroras – coisas que as pessoas se permitem amar sem necessidade de questionar o que as torna belas."

Sem dúvida que reconheço mérito na escrita de Yeon, com descrições lindíssimas do passar das estações e um paralelismo com o trabalho de um oleiro/ceramista e as pequenas grandes coisas de uma vida comum. Mas não me identifiquei com as jovens personagens, nem com as suas vidas.

Quanto à malha, o casaco que estou a fazer apenas com as sobras de projetos anteriores vai avançando, mas, infelizmente, está a ficar um pouco mais escuro, uma vez que restava pouco de cores vivas.

Influenciada pela Miss Austen, retomei o EPP com tecidos de William Morris.


No "quarto dos brinquedos", como apelidei o quarto que partilho com os meus  netos, de momento reinam os brinquedos da avó Sofia, os tecidos, as lãs, EPP, agulhas... 

quarta-feira

Janet Clare

 

Presente para o Francisco no seu primeiro aniversário.

Tive a oportunidade de conhecer pessoalmente a Janet, na feira de Outubro passado, The Knitting and Stitching Show.  A última aquisição que fiz na feira foi o kit Charming Gulls, depois de muito ponderar e do Zé me incentivar a comprar este Kit. Estou mais disciplinada quando vou a feiras pois sei que no momento quero muito fazer um determinado projecto mas os meses vão passando e a vontade fica perdida algures no tempo. Como gosto de aprender queria tentar a técnica free motion, daí ter decidido, mesmo à última da hora, voltar ao stand da Janet. Apesar de ter sido seduzida por outros Kits, optei por este mais pequeno, de menor investimento, já que era apenas uma experiência. O desenho tem tudo a ver comigo, com o viver próximo do mar. A Janet generosamente partilha na sua página alguns esquemas gratuitos e tutoriais. Estou tentada em fazer um avental como o dela para não andar sempre cheia de linhas agarradas à roupa e a espalhar por toda a casa. Também gosto muito do modelo chick-chick-chicken, mas primeiro tenho de avançar naquilo que tenho em mãos! 

A execução deste projecto foi bastante rápida, talvez por me sentir segura fui avançando sem grandes hesitações. A Janet nas instruções dá-nos a confiança que precisamos Admire and never, ever point out your mistakes!



Pela primeira vez: uni todos os quadrados com costuras abertas, acolchoei primeiro o painel ao enchimento e só depois coloquei o tecido de trás, tudo de acordo com as instruções; apliquei  as gaivotas utilizando a máquina com a técnica free-motion, acolchoei com a linha que me apeteceu e não com a que normalmente recomendam (a Janet defende que devemos fazer como gostamos e não para os outros aprovarem ou gostarem!).

Atrás do painel coloquei duas braçadeiras para passar uma madeira e pendurar na parede.

escutei o audiobook The House at Magpie Cove enquanto colocava as braçadeiras

O balanço é positivo e vou querer repetir! O que eu gostava mesmo era de frequentar o workshop da manta de memórias*. Fica para a reforma!

Por agora quero terminar o estojo de agulhas iniciado há muito tempo e onde treinei o acolchoar à mão, antes de ter acolchoado as minhas gaivotas. Quando era mais nova primeiro tinha de arrumar um brinquedo ou terminar uma actividade, antes de partir para outra brincadeira. Esta disciplina perdi há uns anos embora me esforce por ter  "apenas" dois projectos, de cada tipo, em curso, 2 de malha, 2 de patchwork, 2 de ponto de cruz...!No patchwork faço batota porque conto 2 para cada uma das técnicas!

Tenho trabalhado no Quarto dos Brinquedos dos netos e da avó Sofia (finalmente o meu espaço de trabalho tem nome!) pois o tempo não tem estado convidativo a trabalho no telheiro.O tempo fresco é o ideal para caminhadas e favorável ao jardim e à horta!





um registo da caminhada


*nota:  o livro que aborda este tipo de manta pode ser encontrado no  Etsy 

domingo

Uma casa no Pinhal

 Uma das minhas séries favoritas, do meu tempo de miúda, era Uma casa na Pradaria. Também vi, mais do que uma vez, Os pequenos vagabundos  e todos os episódios da Pipi das meias altas (um carnaval a minha mãe conseguiu vestir-me e pentear-me igual à Pipi).

Eu de Pipi

 Livros foram os da Enid Blyton que preencheram as minhas tardes de Verão (vi o filme Enid e senti algum desconforto com a revelação da vida/personalidade da escritora). Regressando ao passado apercebo-me que sempre sonhei viver no campo. O campo era sinónimo de liberdade e aventura. Não tenho uma Casa na Pradaria mas estou a viver o meu sonho numa Casa no Pinhal. Nesta casa estou a construir o Lar  para os meus netos e juntos construímos as memórias da "casa da avó Sofia". Ainda tenho muito por fazer para personalizar a nossa casa, mas com tempo tudo se consegue.

Perdi-me ao voltar à minha meninice! Voltando a Uma Casa Na Pradaria.

Mais fotografias em Quilting With Laura Ingalls Wilder

Fotografia encontrada no Pinterest Cut Sew Quick

No Instagram, a ver as novidades das designers que sigo, o meu feed foi interrompido com um reel da ModernPrairie. Reconheci de imediato a actriz Melissa Gilbert.* Consultei a conta e descobri que vai iniciar a sua jornada no pathwork havendo um kit da Riley Blake que irá ser lançado este Outono. Uma coisa leva a outra e resolvi adquirir o último audiobook da Melissa, que tive a escutar esta semana.

Autobiográfico, com pdfs de receitas de culinária tipicamente americanas

Na minha meninice, quando sonhava com o campo via-me sempre vestida com jardineiras ou vestidos compridos com roda, mas nunca pedi à minha mãe para me fazer uma das peças pois não estaria de acordo com os padrões ditados pela moda. A idade faz-nos ignorar modas e, tal como a Melissa, gosto de jardineiras e se pudesse só usava vestidos da Son de Flor. De vestido ou jardineiras,  entretenho-me de volta dos meus tecidos e linhas, no meu telheiro em madeira, numa casa no Pinhal, numa aldeia Entre a Serra e o Mar e sou feliz com o que conquistei. Sinto que estou a viver o meu sonho, o que me faz sentir bem onde estou, sem urgência de ir de férias. Férias fazem sentido, não para fazer uma pausa, mas para estar em família e viajar. Para a felicidade e tranquilidade ser completa falta o meu filho encontrar o seu caminho.

*Nota: Melissa Gilbert looks back on "Little House on the Prairie" (youtube.com)

sábado

Nas minhas agulhas




Retomei o painel The Prince após ter escutado o audiobook Rural Hours. Harriet Baker, no capítulo dedicado à Silvya Townsend Warner (não conhecia a autora),  refere  que a Silvya W. considerava o patchwork, em especial o EPP e os samplers em ponto de cruz, como fazendo parte integrante das casas rurais inglesas. Gosto imenso da decoração ao estilo inglês e estou desejosa de terminar os trabalhos em EPP, que tenho em curso e os Samplers, para a nossa casa


Quanto à malha fiquei desmotivada quando me deparei com um corpo do  casaco feito até ao yoke talvez com 30cm a mais, em largura! Desmanchei tudo e estou a pensar fazer o modelo Vanessa e guardar o modelo Hawthorn para fazer com o fio recomendado.

Com um pé fora da escola, acreditando que vou mudar de agrupamento, encontro-me numa fase desmotivada a nível profissional. Para preencher o vazio que sinto ao desligar-me de uma escola, nestes últimos dias tenho estado mais tempo, do que o habitual, de volta das agulhas, apesar de todo o trabalho do final de um ano lectivo! No livro, que recentemente acabei, uma das personagens, tal como eu,  encontra o seu equilíbrio nas agulhas e nos livros.

"(...) era a única coisa que conferia ao meu dia uma aparência de ordem. Tinha começado a bordar na minha saia as palavras da história de Emily Bronte, de Wrenville Hall. Ao princípio, era algo que me fazia entreter, mas depois tornou-se uma forma de recordar que tinha de facto uma vida fora daquele lugar."

"Na penumbra, vislumbrei um livro com "Mulherzinhas" escrito na lombada.Fechei os olhos e vi-me em Concord, com Jo March e a sua família, e bastou-me esse pensamento para me trazer algum calor. As palavras estavam a exercer a sua magia, dando-me refúgio e voltando a despertar-me a alma(...)."

in A Livraria Perdida, de Evie Woods

Recomendo a leitura de A Livraria Perdida (não deixe de ler os comentários ao livro,  pode não ser um livro para si, principalmente se não aprecia livros que decorrem em duas linhas temporais.)

segunda-feira

Leituras de Verão e audiobooks

bordados por terminar para fazer uma capa de livros


A lista  dos audiobooks não pára de crescer, mas é sempre acompanhada pela lista de livros que quero ler, sentir o cheiro do papel, descansar as minhas mãos das agulhas e trocar as ervas e folhas secas do jardim, pelas leves folhas dos livros. No Verão a minha escolha vai para livros de bolso, fáceis de andarem comigo para todo o lado. Adquiri 2 livros da autora de policiais Margery Allingham, da Coleção Vampiro e, só depois lembrei-me que uma das minhas primas tinha ficado com a coleção completa da minha avó Teresa. Desafiada pela Kate Davies, pretendo ler, pelo menos, os 10 livros que ela indica no seu blogue. Graças à Kate Davies cheguei a mais um canal do youtube, muito interessante, Shedunnit. Ouvi o episódio divulgado no blogue da Kate, como forma de começar a conhecer uma autora que me irá acompanhar por uns tempos e que certamente terá feito companhia, em muitas tardes de leitura, à minha avó Teresa.

Antes dos policiais viajo até uma ilha imaginária da Shetland (a autora optou por não descrever uma ilha real), lendo O Café junto ao mar, com uma escrita simples e descomplicada, o enredo  promete envolver culinária, algo que aprecio sempre para copiar experiências culinárias.

Quanto a audiobooks estão na minha lista os livros:

  Rural Hours, divulgado pela Miranda, dinamizadora de um clube de leitura que acompanho e onde encontro boas sugestões de leitura.

 The Potting Shed Murder, também sugestão da Miranda.

quarta-feira

Abril afinal não foi de águas mil!

 Abril foi um mês com dias bons, para caminhadas, jardinagem, estudos para a horta e trabalhos de mãos ao ar livre. 

































Fiz o Trail da Cruz Alta, em Sintra e o meu grupo de caminhadas inscreveu-se no Trail do Zêzere mas, como da última vez tive imensas vertigens, optei por fazer, na véspera do trail, apenas os passadiços do Penedo Furado. Valeu o convívio e a paisagem deslumbrante numa Primavera que pincelou* artisticamente vales e montanhas do Zêzere.

As minhas mãos andaram ocupadas, de dia com o patchwork e à noite com a malha. Deu para terminar a manta dos netos We are Family e o xaile do Kal mistério. Confesso que não fiquei fã de projectos que não conheço o resultado final. Neste caso resultou a conjugação das cores mas em termos de dimensão acho que deveria ser um pouco maior para usar como gola. Enquanto aguardava novas pistas do xaile fui avançando no casaco azul faltando, neste momento terminar a frente direita e as mangas. Sempre que tive tempo livre ao ar livre, fui preparando hexágonos para o quilt The Prince.

Em termos de leitura destaco o livro O pequeno caderno das Grandes Verdades e o audiobook da Kate Morton, Homecoming, recomendando os dois. Nos livros da Clare Pooley, reconheço e revejo-me a passear pelos bairros londrinos, em que vivem as suas personagens, talvez por isso goste tanto da sua escrita, através da qual viajo para junto dos meus filhos e netos!

Nota: as pinceladas da Mãe Natureza...