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quarta-feira

Abril afinal não foi de águas mil!

 Abril foi um mês com dias bons, para caminhadas, jardinagem, estudos para a horta e trabalhos de mãos ao ar livre. 

































Fiz o Trail da Cruz Alta, em Sintra e o meu grupo de caminhadas inscreveu-se no Trail do Zêzere mas, como da última vez tive imensas vertigens, optei por fazer, na véspera do trail, apenas os passadiços do Penedo Furado. Valeu o convívio e a paisagem deslumbrante numa Primavera que pincelou* artisticamente vales e montanhas do Zêzere.

As minhas mãos andaram ocupadas, de dia com o patchwork e à noite com a malha. Deu para terminar a manta dos netos We are Family e o xaile do Kal mistério. Confesso que não fiquei fã de projectos que não conheço o resultado final. Neste caso resultou a conjugação das cores mas em termos de dimensão acho que deveria ser um pouco maior para usar como gola. Enquanto aguardava novas pistas do xaile fui avançando no casaco azul faltando, neste momento terminar a frente direita e as mangas. Sempre que tive tempo livre ao ar livre, fui preparando hexágonos para o quilt The Prince.

Em termos de leitura destaco o livro O pequeno caderno das Grandes Verdades e o audiobook da Kate Morton, Homecoming, recomendando os dois. Nos livros da Clare Pooley, reconheço e revejo-me a passear pelos bairros londrinos, em que vivem as suas personagens, talvez por isso goste tanto da sua escrita, através da qual viajo para junto dos meus filhos e netos!

Nota: as pinceladas da Mãe Natureza...




terça-feira

Patchwork/ Quilts e mais uma caminhada


Aproveitei as férias do Carnaval para avançar na manta We are Family, da Susan Smith. A costura à máquina é mais rápida mas a que menos me agrada! O ritmo desta etapa foi abrandado com a escolha e conjugação de cores e texturas, algo que gosto bastante de fazer. Optei por construção de blocos em cadeia. Segui os tutorias para as estrelas e os flying geese, que constam no Quilt Planning Notebook da Kate







Terminados os blocos à máquina, apliquei os corpos dos animais e emoldurei-os, para ser mais fácil a escolha da conjugação dos tecidos, por saber a posição certa de cada animal, podendo observar os vários tecidos utilizados nos blocos adjacentes. Da terça de Carnaval até hoje, consegui montar as linhas que constituem a manta, passando agora à minha etapa favorita, trabalho de mão a aplicar e bordar o que falta nos blocos dos animais. Com o patchwork  tenho aprendido imenso e o que mais me entusiasma é saber que ainda tenho um mundo por descobrir e imensas aprendizagens pela frente. Partilho dois vídeos Museum Collection - Quilters' Guild of the British Isles  e Become a Quilt Detective! , bastante interessantes para quem, como eu, gosta de patchwork. Cheguei a estes vídeos através da Kathryn e das partilhas que tem feito semanalmente Weekly Slowstitch 2024



Dava para a manta estar mais avançada mas a caminhada de domingo exigiu algum tempo da minha parte, uma vez que fui a organizadora e guia. A caminhada teve direito a logótipo relacionado com o nome M&M, das Maçãs ao Magoito, passando pela capela de S. Lourenço, nas Azenhas do Mar e pela Capela de S.Mamede, capela circular em Janas.












Dado algum atraso não chegámos a fazer os passadiços do Magoito e só alguns é que foram até ao ponto de viragem. O regresso foi sempre pelas arribas, mas eu não o fiz para preparar mais uma almoçarada no nosso telheiro, com contribuições de todos os participantes, destacando-se o prato principal, carne assada à moda da avó Teresa, feita pelo meu irmão Pedro, acompanhada por salada com alfaces, da nossa horta, acabadas de apanhar, sobremesa caseira, clementinas e laranjas do terreno dos nossos amigos da Varelinha.