Mostrar mensagens com a etiqueta Bordados2025. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bordados2025. Mostrar todas as mensagens

terça-feira

24 dias de gratidão

Apenas coloquei um cartão na árvore, para escrever o motivo de gratidão — assim não tapa o trabalho, já basta a fraca qualidade da fotografia! Também não pus nenhum cartão nas casinhas porque só hoje terminei o painel. Mentira… ainda faltam as pegadas no caminho! Para o ano, quero completar tudo bordando as palavras “Feliz Natal”. Ainda tenho de bordar a etiqueta com a data deste ano e a minha assinatura, mas provavelmente só depois do dia 25.


16, uma casa especial, com uma árvore onde coloquei uma casa de pássaro. o Paizoco é do dia 16,
adorava ver os pássaros no jardim do Banzão e estava sempre a assobiar, parecia um passarinho a cantar.
casa do dia 6, porque éramos 6 em casa dos meus pais, tem um coração no telhado e fica ao lado da 5, porque éramos 5 cá em casa

crina do cavalo com lã que a minha Inês ofereceu-me da sua viagem à Islândia

Na casa onde coloquei os meus filhos, nas janelas optei por colocar palavras chaves para uma vida feliz em família.

5 botas penduradas na cama =3  para os meus filhos  e 2 para os pais; 2 cães, a Luna e o Torrão

tentei bordar um redemoinho no cabelo do António, mas ele disse que parece uma polpa e tem razão! Depois corrijo.

A árvore com os cartões a aguardar a escrita diária


O calendário do Advento transformei-o em 24 dias de gratidão. Todos os dias escrevo aquilo por que estou grata e coloco o papel na porta da casa correspondente a esse dia.
Este ano serão menos de 24 dias, uma vez que não consegui concluir tudo até ao dia 1. Ainda quero acrescentar alguns detalhes e quando estiver completo talvez volte para escrever o significado de cada escolha que fiz. A designer é a Joanna Colwill. Nos episódios de ponto de cruz que tenho visto, todas as inglesas — e não só — referem o seu espaço como algo mágico e que vale muito a pena conhecer. Tive a oportunidade de conhecer a simpática Joanna pessoalmente no Festival de Quilts de Birmingham.
Adorava ter conseguido fazer um “dois em um”: visitar a quinta da Joanna e conhecer também a Stacy Nash, que realizou lá um workshop
Este mundo das agulhas, apesar de abrangente e espalhado por vários continentes, acaba por ser pequeno quando nos focamos nos eventos que ocorrem em Inglaterra.
Com os modelos da Stacy, espero no novo ano aproximar-me mais do universo de Beatrix Potter. Tal como dizem todas as inglesas que já bordaram os seus animais, através deles sentimo-nos mais próximas das personagens da autora. A minha cabeça não pára, só pensa na quantidade de projetos que quero fazer já no início de 2026!

O sampler com quase 10 anos de abandono resultou num caos de linhas!

Para não perder o fio à meada, adquiri uma agenda onde anotei os esquemas de ponto de cruz que comprei recentemente. A maior parte são da Stacy Nash, mas com o Jingle Ball 2025 não podia perder a oportunidade de ter acesso exclusivo a modelos de algumas designers. Embora muitos  fossem alusivos ao Natal, comprei alguns que, com pequenas adaptações, servem para todo o ano.
O evento despertou o meu gosto por esta época, há muito adormecido. É um tempo em que sinto mais falta daqueles que enchiam estes dias de alegria. Por outro lado, também é uma altura que pode trazer algum stress, algo com que não lido bem.
Mas ter passado o fim de semana a viver o espírito natalício — rodeada de designers incríveis e de pessoas que, como eu, adoram ponto de cruz — foi especial. Destaco a Emma, da Rose Cottage Creates, com quem estive na International Stitchers, e a Annie Bezz, da Folk Art. Nesta sala foi partilhado o canal da Helen D. com tutorias para finalizar trabalhos de ponto de cruz. Entre músicas (destaco ao evento com Jack Shellac, Christmas Gramophone Hour), partilhas de receitas de doces de Natal, ideias de presentes e sugestões de decorações natalícias, fui bordando o meu Sampler, iniciado em 2016.
Tudo isto fez-me olhar para esta época como já não olhava há muito: cheia de entusiasmo e alegria!

 


A Stacy Nash adiantou que vai estar presente, em 2026, no Big Stitch, UK.


Graças ao fim de semana de “retiro de ponto de cruz”, apenas interrompido pela visita das minhas vizinhas favoritas - as ovelhas - tenho o sampler quase terminado!
Estou grata ao meu filho, a quem carinhosamente chamo Chefe António, que assegurou algumas das refeições destes dias e que foi o meu suporte tecnológico quando tive problemas em entrar na aula da Stacy Nash — num evento online desta dimensão era de prever um crash!




quinta-feira

Será desta!






Com grande entusiamo preparo o Natal.

No livro de Gill Hornby, Miss Austen, Cassandra, falando com os seus botões, diz:

“These are the things by which most of us are remembered, these small acts of love, the only evidence that we, too, once lived on this earth. The preserves in the larder, the stitch on the kneeler (no meu caso os pontos no painel de Natal). The mark of the pen on the page.”

É nisso que penso quando volto a este painel, estarei sempre presente em todos os Natais da minha família através da coleção de memórias guardadas nas minhas horas a fio.



Nota: melhoro o meu inglês ouvindo o audiobook do livro e lendo-o simultaneamente. São assim as minhas viagens de comboio semanais, para visitar a minha mãe.

terça-feira

Personalizar um painel





Foi quando consegui dar verdadeiro sentido às palavras do meu pai — e senti-las no coração — que percebi que precisava de deixar essa marca registada nas minhas memórias físicas. Ou seja, em palavras escritas… traçadas com a ponta da agulha. Aproveitei o facto de estar a fazer o Prince Quilt e, no painel central, decidi que irei bordar as palavras do meu pai: “Um caminho para andar”. Estou a acrescentar alguns elementos que têm um significado especial para mim. Foi também uma forma de disfarçar pequenos traços que não saíram como queria e de algo que me propus aplicar e que se revelou demasiado desafiante, dado o nível de detalhe. Assim, optei por bordar por cima dessas manchas ténues.

Significados dos desenhos bordados:

A casa - o Lar, a Família; 

A Vieira - símbolo do Caminho de Santiago (onde estive com os meus pais, a agradecermos a minha recuperação do meningioma);

O peixe - o signo do meu pai;

O gato - representando a Jade (a nossa primeira gata), o Picasso (gostava de repousar nos ombros do meu Pai e o gato que gostava de ter!);

O carrinho de linha- as minhas horas a fio, passadas comigo mesma; não são horas solitárias, são horas partilhadas com quem trago em pensamento e no coração. 

A agulha - desmanchei

A galinha  e a ovelha- ainda por decidir, representam a minha mudança para Entre a Serra e o Mar, onde tenho galinhas e por onde passa um rebanho. A ovelha também representa o meu gosto pela malha.

Apesar de ter feito um teste com o fio de seda num pedaço de tecido e o ter molhado, quando dissolvi o papel estabilizador com água, os desenhos desbotaram! Ainda não decidi o que vou fazer! Provavelmente vou apenas desmanchar a casa e aplicar uma em tecido.

sábado

A felicidade dá trabalho, mas compensa!






O Francisco descobriu como funcionam chaves!

A ajudar o tio Tico!


Assistindo à corrida de carrinhos de rolamentos

Uma noite de Verão 




Fui bordando enquanto fazia de avó. Um ponto aqui e outro acolá, no fim do Verão  terminei o bordado para o Outono.
































Um Verão inteiramente dedicado aos netos.
Fiz uma pausa e dei um pulo até Pedras para celebrar mais um aniversário do meu irmão mais velho. O que mais desejo para os meus filhos e netos é que tenham irmãos tão especiais como os meus!


Sendo este um blogue dedicado a trabalhos manuais, depois do álbum de família tinham, naturalmente, de vir as fotografias dos trabalhos terminados!


Poppy finalmente terminada, mas ainda lhe faltam2 botões!