Vivi um Verão em família, preenchido com momentos efémeros, de uma felicidade imensa, que um dia, talvez a memória já não consiga devolver-me mesmo que apenas imagens ténues e desfocadas. Por isso, fotografo. Com a lente, capto o instante(âneos), guardando numa imagem aquilo que os olhos viram e o coração sentiu. Com as linhas, ponto a ponto, fui criando nas tardes quentes de Verão, em que fugíamos do calor intenso, e no fresco dos serões, memórias que posso tocar, daqui a uns anos e associar a este Verão.
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| Na barriga da mãe, não se tem apenas outro corpo. Fabrica-se a alma. Mia Couto |
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| Canção escrita pela minha afilhada Leonor para o meu neto Francisco, para celebrarmos antecipadamente mais um aniversário, antes do seu regresso a Inglaterra. |
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| Primos |
| Nós, filhos e netos |
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| As "flores do Francisco", florescem todos os anos para o dia 3 de setembro. |
Irei sempre associar este Verão ao Sampler da Beatrix Potter, que será para o quarto dos netos.
Em família, com os meus irmãos, no Banzão, apesar da ausência, senti diariamente a presença do Paizoco. Os meus irmãos são fotocópias perfeitas do meu pai, em tudo, o que me faz sentir ainda mais a sua presença, mesmo ausente. Longe da vista, mas entranhado no coração.
Paizoco, em cada mergulho no mar ou sessão de hidroginástica na piscina, estavas lá comigo.











































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