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| casa do dia 6, porque éramos 6 em casa dos meus pais, tem um coração no telhado e fica ao lado da 5, porque éramos 5 cá em casa |
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| crina do cavalo com lã que a minha Inês ofereceu-me da sua viagem à Islândia |
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| Na casa onde coloquei os meus filhos, nas janelas optei por colocar palavras chaves para uma vida feliz em família. |
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| 5 botas penduradas na cama =3 para os meus filhos e 2 para os pais; 2 cães, a Luna e o Torrão |
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| tentei bordar um redemoinho no cabelo do António, mas ele disse que parece uma polpa e tem razão! Depois corrijo. |
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| A árvore com os cartões a aguardar a escrita diária |
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O calendário do Advento transformei-o em 24 dias de gratidão. Todos os dias escrevo aquilo por que estou grata e coloco o papel na porta da casa correspondente a esse dia.
Este ano serão menos de 24 dias, uma vez que não consegui concluir tudo até ao dia 1. Ainda quero acrescentar alguns detalhes e quando estiver completo talvez volte para escrever o significado de cada escolha que fiz. A designer é a Joanna Colwill. Nos episódios de ponto de cruz que tenho visto, todas as inglesas — e não só — referem o seu espaço como algo mágico e que vale muito a pena conhecer. Tive a oportunidade de conhecer a simpática Joanna pessoalmente no Festival de Quilts de Birmingham.
Adorava ter conseguido fazer um “dois em um”: visitar a quinta da Joanna e conhecer também a Stacy Nash, que realizou lá um workshop.
Este mundo das agulhas, apesar de abrangente e espalhado por vários continentes, acaba por ser pequeno quando nos focamos nos eventos que ocorrem em Inglaterra.
Com os modelos da Stacy, espero no novo ano aproximar-me mais do universo de Beatrix Potter. Tal como dizem todas as inglesas que já bordaram os seus animais, através deles sentimo-nos mais próximas das personagens da autora. A minha cabeça não pára, só pensa na quantidade de projetos que quero fazer já no início de 2026!
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| O sampler com quase 10 anos de abandono resultou num caos de linhas! |
Para não perder o fio à meada, adquiri uma agenda onde anotei os esquemas de ponto de cruz que comprei recentemente. A maior parte são da Stacy Nash, mas com o Jingle Ball 2025 não podia perder a oportunidade de ter acesso exclusivo a modelos de algumas designers. Embora muitos fossem alusivos ao Natal, comprei alguns que, com pequenas adaptações, servem para todo o ano.
O evento despertou o meu gosto por esta época, há muito adormecido. É um tempo em que sinto mais falta daqueles que enchiam estes dias de alegria. Por outro lado, também é uma altura que pode trazer algum stress, algo com que não lido bem.
Mas ter passado o fim de semana a viver o espírito natalício — rodeada de designers incríveis e de pessoas que, como eu, adoram ponto de cruz — foi especial. Destaco a Emma, da Rose Cottage Creates, com quem estive na International Stitchers, e a Annie Bezz, da Folk Art. Nesta sala foi partilhado o canal da Helen D. com tutorias para finalizar trabalhos de ponto de cruz. Entre músicas (destaco ao evento com Jack Shellac, Christmas Gramophone Hour), partilhas de receitas de doces de Natal, ideias de presentes e sugestões de decorações natalícias, fui bordando o meu Sampler, iniciado em 2016.
Tudo isto fez-me olhar para esta época como já não olhava há muito: cheia de entusiasmo e alegria!
Graças ao fim de semana de “retiro de ponto de cruz”, apenas interrompido pela visita das minhas vizinhas favoritas - as ovelhas - tenho o sampler quase terminado!
Estou grata ao meu filho, a quem carinhosamente chamo Chefe António, que assegurou algumas das refeições destes dias e que foi o meu suporte tecnológico quando tive problemas em entrar na aula da Stacy Nash — num evento online desta dimensão era de prever um crash!
Estou grata ao meu filho, a quem carinhosamente chamo Chefe António, que assegurou algumas das refeições destes dias e que foi o meu suporte tecnológico quando tive problemas em entrar na aula da Stacy Nash — num evento online desta dimensão era de prever um crash!
















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