quinta-feira

Em busca de tranquilidade

Os piores dias do ano, como professora, são os dias de reuniões de avaliação e verificação de todos os documentos que isso implica. Não gosto da burocracia que isso implica e muito menos de avaliar. Terminados esses dias procurei momentos de tranquilidade, no jardim dos meus pais, praticando o meu novo yoga, malha!
imagem da net
O modelo é da Kate Davies, a lã escocesa adquiri na Retrosaria onde aprendi com a Rosa Pomar a tricotar a cores e as palavras sábias "Fazer é poder", talvez o mais importante!
O taleigo fiz eu, seguindo o vídeo da Riera Alta e o porta agulhas em burel, também.


segunda-feira

Um portátil para viajar

Os meus irmãos mais novos decidiram passar o Dia do Pai em Badajoz com os meus sobrinhos. Como faço questão de viver este dia com o meu Pai pendurei-me e fui arrastada até ao outro lado da fronteira. A minha irmã guiou para lá e para cá. Eu, no banco de trás a brincar, mas a sério, disse-lhe mais do que uma vez: "-Um dia quero ser como tu!" já que ela, apesar de ser mais nova seis anos, sempre foi muito mais desenrascada do que eu.
De véspera preparei-me para a viagem começando mais umas meias, um projeto de malha portátil. Estou a gostar imenso do podcast da Raquel e dos seus trabalhos e por isso foi fácil escolher umas meias para fazer, inspirando-me na sua página do Ravelry! Estou a fazer umas meias Hermione com o fio Opal que recebi na troca de Natal do grupo Tuga's Knit, participando garantidamente no KAL da Katie, #23HarryPotterKAL e se as terminar ainda em Março no KAL #meiasdemarco, da Rosário (do blogue Dona Maria).
Do dia do Pai, os pais que foram com os filhos tiveram direito a fotografia.
Como gosto de fotografar, não me fiquei por aqui!
Registando padrões para um dia, mais tarde, reproduzir num dos meus trabalhos.
 Foi um dia BRUTAL! Obrigada Família.

terça-feira

Dois dias mais que perfeitos!

Chegámos ao Alentejo com os primeiros sinais da primavera gozando em pleno os odores, cores, luz e sons deste campo brutal e único! Passo as palavras, ficam apenas as legendas do registo fotográfico.
Chegada de novas ovelhas
A Princesa, após a chegada das ovelhas, permaneceu junto da cerca
Os cães citadinos muito curiosos com as lides do campo
Caminhadas em família
Final da tarde, observando o cuidar dos animais.
O "Morto-vivo", nome dado pelo pastor dadas as peripécias que passaram juntos, ainda quer sempre biberão!
O prazer de ser pastor por um dia, a alegria da tarefa bem sucedida!
Leitura em dia!
Comecei e terminei os dias "viajando" com a Clara Parkes
De malha pouco fiz, mas aproveitei para tirar algumas fotografias ao meu novo taleigo, que fiz seguindo o vídeo da Riera Alta.
 
 Iniciei a segunda "Caneleira de Sonhadora" e com estes dois projetos de malha participo em mais um KAL, desta vez o #soxceteraCWKAL, que vi no podcast Inside Number 23, que remeteu para a podcast Soxcetera. Esta é a forma ideal para terminar mais dois dos meus OVNIs ( =Objetos Vários Naturalmente Inacabados!)
Verdade seja dita, pouca malha fiz, apenas coleccionei momentos em família. Não será esse o nosso bem mais precioso?! Guardo aqui o registo fotográfico destes dias mais que perfeitos e na memória muito mais!

quarta-feira

Comentários que contam muito


 Outro dia a minha filha Inês comentou* aqui, que gostava de ter um gorro. Larguei a minha camisola, pesquisei modelos de gorros e, enquanto estava a ver o podcast "The Grocery Girls Knit", dei de caras com o gorro Conversationalist, que resolvi adaptar a meu gosto. A escolha saiu bastante económica em tempo e dinheiro, uma vez que o modelo é gratuito, de execução simples e para o qual tinha este fio da Drops adquirido nos saldos do Clube de Tricot (agora em saldos Fabel)
Os gorros têm sido tricotados ao serão enquanto vejo em família (hoje em dia, a maioria das vezes só eu e o Zé) a série francesa Candice Renoir (os terríveis gémeos fazem-me rir!) Falta fazer os pompons mas, como era de esperar, não sei onde guardei o acessório, para fazer os ditos pompons. É o que dá ser nómada dentro de casa, com os trabalhos de mão de um lado para o outro e aos fins de semana de uma casa para outra!
Ontem, no Dia da Mulher, o irmão ofereceu às irmãs estes bolbos e eu um "vale" para estes gorros.
Eu recebi uma caixa de bombons para partilhar com as minhas filhas Mulheres e o livro que tanto queria,(os meus passinhos da "dança da alegria" continua a fazer rir a família!) a Knitlandia, da Clara Parkes. Uma leitura que terá de aguardar pois ainda estou a ler o policial (estou cada vez mais parecida com a minha Avó Teresa!), "Sombras do passado", de Tana French. Os diálogos são incríveis, parece que faço parte das conversas! Escolhi o livro pela leitura de uma partilha no Yarn Along e por se passar na Irlanda. Bem sabem o quanto gosto de viajar com e pelos livros! O Knitlandia vai-me permitir tudo isso e a leitura será acompanhada certamente pelo desenrolar de meadas e novelos.
Vou espreitar mais livros e projetos de malha inspiradores no Yarn Along.
*Nota: Todos os comentários contam! Leio-os todos com carinho e grata por terem parado um pouco por aqui. Sinto a vossa presença e companhia. Raramente respondo pois sei que dificilmente as pessoas regressam para ler as respostas. Tal como eu, devem comentar em vários blogs, não esperando uma resposta. Se por acaso estou em falha com alguém, as minhas desculpas, não foi por mal.

terça-feira

Feitas as contas

Gola ainda por rematar e esticar. 3 cores, 3 fios, e 3 texturas diferentes, daí esta forma. Ainda assim gosto de a ver e sentir no pescoço!
Feitas as contas, este ano o dia a mais em fevereiro permitiu-me terminar dois projetos de malha. Um foi o Capuz Serrano (modelo gratuito e de rápida execução, no Ravelry), no intervalo das costas para a frente da Camisola Lobo Ibérico. O outro terminei ontem, dia 29, e  foi a gola "3 cores no Pinhal", o projeto portátil da Joji Locatelli, que viajou comigo entre a passagem da frente da mesma camisola, para as mangas. Há muitos outros modelos que quero fazer da Joji Locatelli, comecei por este para ver se me dava bem com as instruções desta designer. As da gola estavam muito claras.
E por falar em projetos que viajam comigo, os nossos passeios de Land Rover só por si são sempre uma aventura! Desta vez ficámos sem janela, o que obrigou a uma passagem por casa dos meus pais para um concerto "criativo", mas que resultou. 
Enquanto esperei, com "eles", que o "mecânico" terminasse o seu trabalho, fui dando ao dedo.
Este mês consegui adiantar um pouco mais a minha manta, graças ao desafio da Jennie, #craftfor20.
Retomei o ponto de cruz, com o SAL Joyful World, mas vou iniciar março sem ter bordado fevereiro. Com a chegada do calor, terei mais tempo para os bordados, pois abandono um pouco a malha.
Quanto a costura, terminei duas saias, e pouco mais, uma vez que só tenho costurado nas aulas com a Cláudia.
Para março tenho muitas ideias, umas de aplicação de tecidos, como as do calendário da Abigail Mill, que comprei o ano passado na feira "The Knitting & Stitching Show" , e como as da Poppy Treffy, dando assim uso a dois livros que tenho da Poppy.
 Terei de me organizar, planear e evitar iniciar algo que depois fica por acabar. Inspiro-me nos sinais que vou sentindo de uma primavera que nos alerta para a sua chegada. Os odores primaveris e as cores já são intensos, as temperaturas nem por isso!
Estou feliz com os resultados da minha autodisciplina e o meu registo tem sido uma grande ajuda, além de me dar um gozo imenso. Posso gostar muito do processo de iniciar um novo projeto mas fico tão feliz quando finalmente os posso usar, porque os terminei! Este mês outro dos meus objetivos é terminar, pelo menos, mais um OVNI, entenda-se, Objetos Vários Naturalmente Inacabados. Há uns que já começo a considerar verdadeiros invasores do meu espaço!