terça-feira

Dias no campo - registo fotográfico


 Aldeia da Pena, aldeia de xisto, com 8 habitantes permanentes!



 O artesanato da aldeia, pelo Srº António e pela sua mulher; São chamados, pelos restantes habitantes " O Casalinho".
 Os restantes 6 habitantes são, 2 irmãos, as 2 mulheres e as 2 filhas, que nos receberam com extrema simpatia.
Daqui seguimos para as termas de S.Pedro do Sul.


Museu das Termas

 No final da tarde, os bancos dos jardins são ocupados pelas senhoras a tricotar e os homens a conversar.
 O Zé aproveitou para desenhar enquanto eu comprava linho caseiro, da região.
Jantámos em Viseu.

No dia seguinte fomos conhecer mais uma aldeia, Póvoa Dão.
Descansámos nas praias fluvias dos arredores.
 

 Como gosto mais do mar, aproveitei para dar ao dedo, na hora dos mergulhos!
O campo deu para carregar as baterias, antes do regresso ao trabalho, e para matar a saudade dos nossos cães.



A minha sogra mimou-nos estes dias e até teve a paciência de preparar-nos uma "piscina" para que nada nos faltasse!
No campo terminei a capa para o tablet da Madalena e iniciei mais um saco.



quarta-feira

Dias de Verão

Dias longos, que dão para tudo!
Tempo para os amigos, petiscos, boa conversa, risos e sorrisos constantes.
Banhos de mar, como eu gosto, água que não congela até aos ossos!
Dias de  muita leitura.
 ...e de caminhadas ao entardecer...
...até deu para recordar  o pisar da caruma!
Dias de Verão, são dias em que procuro também o essencial, acertar "agulhas" para a vida não descarrilar!
E  "mais que tudo", encho o coração de momentos em família.
No meio de tudo isto, ainda tive tempo para o vício das agulhas!
Ficam as imagens para partilhar com a Peg, o meu  O.P.A.M.
Acrescento de uma renda, numa camisola que encolheu após lavagem na máquina!
  Saco de praia "crochetado" na e para a praia.

Vou "voar" até ao campo. Na minha bagagem levo livros, trabalhos começados na praia e para vestir levo...sorrisos!

"Tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível.".F.Pessoa

quinta-feira

My Creative Space #15 - 2013

Já não passo sem o meu alfinete, para tricotar. Aprendi a tricotar à maneira portuguesa, com o fio ao pescoço, só que não o aguento com este calor, por isso habituei-me a passar o fio pelo alfinete, conseguindo manter a tensão do fio.
Estas míni meias, são cópia das meias da Serra d' Ossa, tricotadas pela minha amiga Miletina.
O "alfinete" da Miletina, é um clipe. A minha nova amiga alentejana esclareceu-me, entre sorrisos divertidos: 
"- Tudo Serve! É o que tiver à mão!".
Os desenhos das meias são tirados de napperons de crochet.
 A minha amiga Miletina disse-me que começou por fazer ponto de cruz, e :
"-Está a ver, com o mesmo pensamento, tiro o desenho do crochet, para as minhas meias. Os quadrados abertos, estes buracos que aqui vê, é a minha linha vermelha. Os quadrados fechados são a minha linha amarela. Se estiverem muito longe, faço uma linha amarela entre os desenhos. Não é bom ter linhas grandes por dentro da meia!"
Vou partilhar com a Kootoyoo, as ideias geniais, das nossas mulheres alentejanas.
"Eu não invento nada.
Limito-me a pôr à vista.
Levanto as pedras e mostro o que está por baixo.
Nós somos o outro do outro." 

segunda-feira

Como vai o meu tricot

Neste momento tenho em mãos o meu primeiro colete, recomeçado pela 5ªvez.
As costas estavam demasiado estreitas!Toca a desmanchar. Sigo à risca o lema, praticar, praticar, praticar...
Ainda me falta "esticar" este xaile.
No próximo encontro de tricot, no Café Saudade, espero aprender a tricotar com 5 agulhas. Tenho umas de madeira e tinha umas iguais às das Senhoras de Serra d´Ossa, de quando aprendi a renda por música, mas só sei de duas.
Com tempo, esta semana, vou contar-vos a minha viagem por terras alentejanas, onde conversei com o neto da Srª que aparece numa fotografia do livro da Rosa Pomar. Entre a boa comida alentejana, acompanhada de sangria, muitas  histórias de outros tempos ouvi.