sexta-feira

Saída de Campo ao Parque Natural de Sintra/Cascais -7º ano

Uma visita de estudo, é sempre cansativa, e muito mais no final de uma semana de actividades experimentais do 9ºano, com dissecações de órgãos, mas é sempre compensador.
Os alunos encararam a paisagem com outros olhos, sentiram-na nas mãos...

...e nos pés, caminhando sobre filões.
 Não graças a mim, pois tenho vertigens, mas às minhas colegas de grupo, guias incansáveis e com descrições detalhadas, entusiásticas e nada maçadoras. 

Apesar da zona do Forte da Crismina ser caracterizada por ventos fortes, tivemos muita sorte, pois apanhámos alguns chuviscos e nevoeiro intenso, mas fomos poupados ao vento!
Os alunos conseguiram observar fósseis de Ostreídeos e de Orbitulinas, tendo comprovado a última regressão marinha que ocorreu nesta região.
Observaram a duna consolidada de Oitavos que, segundo alguns autores, é a maior duna consolidada da Europa.
Tanta informação precisava de uma pausa e aproveitaram para o primeiro piquenique do dia.

Quando chegámos ao Santuário da Peninha, local com uma vista maravilhosa, dado o nevoeiro, os alunos divertiram-se explorando a natureza envolvente, sendo livres de seguirem a  sua curiosidade.






A minha curiosidade foi espreitar o Santuário "abandonado", e mais tarde pesquisar sobre o estado do mesmo, estando integrado em Património Mundial!
Descemos e fomos procurar um lugar "místico" para um novo piquenique e algumas brincadeiras.




Abandonando a Serra, ficou para trás o nevoeiro e uma nova paisagem nos esperava.
No Penedo do Lexim observaram uma paisagem rica em elevações topográficas que correspondem a antigas chaminés vulcânicas, pertencentes ao Complexo Vulcânico de Lisboa. A nossa última paragem foi para observação das Colunas Prismáticas.


Não nos foi possível uma passagem pela Praia Grande, mas em contrapartida desfrutámos do colorido do campo e dos seus odores!




Se os alunos consolidaram conhecimentos de geologia e de paleontologia? A maioria estou certa que sim. Se relembraram regras sociais e não só?! Espero que sim. Se se divertiram e foram felizes? As fotografias falam por si.

segunda-feira

Quilting "A Gardener's Journal"





 

Tenho pela frente "Horas a fio", pois decidi seguir o conselho da Rosa Pomar e fazer o "quilting" à mão, algo com que concordei de imediato, porque tudo quanto der para fazer à mão prefiro, para andar com os meus "brinquedos" (dito pelas crianças da família) para todo o lado. A confiança e a motivação para fazer algo que nunca fiz até à data, consegui acreditando nos ensinamentos e palavras da Rosa, "Fazer é poder".No domingo, "Entre a Serra e o Mar", relaxei ponto a ponto, enquanto o Zé fez este registo fotográfico e os cães, após uma tentativa de caça, de não sei bem do quê, renderam-se ao cansaço, observando-nos de um dos seus locais favoritos em dias de sol.

Toda "A Manta" conta uma história. Gosto da minha, mas como anda comigo há tanto tempo, escutou mais histórias do que as que tem para contar! De facto apenas escolhi e conjuguei os tecidos, pensei nos pontos com que gostava de bordar, fiz ligeiras alterações nos blocos e adaptei o desenho da casota do cão, tendo bordado o nome do primeiro cão da família.
 Por tudo isto, e pelas belíssimas mantas que vi nos workshops da Rosa Pomar, comecei a pensar fazer uma manta de patchwork com uma história única, muito minha.
Se tudo correr como estou a idealizar, será feita "pelas mãos de muitos" e será rica em histórias desta família! Só espero conseguir convencer toda a família a colaborar. Mas primeiro tenho de perguntar à Rosa Pomar se será um projecto viável!

Bolsa Japonesa

 
 Uma bolsa fácil e rápida de fazer. Segui este vídeo e as instruções da Martha Stewart. O dowload do molde é gratuito.
Caneleiras Zitron

 A ideia é a bolsa servir para os meus projectos de malha "portáteis", mas as minhas filhas já se fizeram à bolsa!
Enfim, cá por casa partilhamos quase tudo e isso faz-me feliz, é sinal que gostam do que faço e que as minhas peças não "têm idade", são dos 22 aos 50!
Tecido exterior da bolsa e lã da Retrosaria, da Rosa Pomar
 Uma pequena nota, para terminar a bolsa as alças têm de ser terminadas à mão com ponto invisível, no entanto encontrei este outro vídeo segundo o qual não é necessário. Em contra partida têm o trabalho de virar as alças, algo que nem sempre é fácil para quem não tem auxiliares como o que é apresentado no vídeo. (em tempos vi à venda na retrosaria do Corte Inglês de Lisboa).
Uma vez mais, partilho este trabalho no blog da Cindy, onde poderão encontar ideias sem fim!

quarta-feira

Campo Inglês e os anos 20

O campo inglês é algo que sempre me fascinou, tal como os anos 20, por isso a leitura da sinopse deste livro de bolso levou-me a o escolher como leitura de "cabeceira e mala".
 Lendo "Duas irmãs numa história de amor e traição" poderia ter feito com que não desse nenhuma hipótese de leitura a este livro! No entanto aprendi que não devemos julgar um livro pela sua capa. Claro que sendo uma "leitora Bertrand" também tenho aconselhamento na livraria que frequento há anos e não estou nada arrependida de ter decidido ler "The House at Riverton", de Kate Morton. Gosto da escrita descritiva e bem adjectivada da autora, que me permite viajar no tempo até ao campo inglês. E mais não digo para não roubar o prazer da leitura deste romance a ninguém, mas podem ouvir aqui o que a autora tem para nos dizer!Durante a minha rápida pesquisa encontrei aqui, neste vídeo, caras para as personagens de Riverton.
Quanto ao tricot, estou a terminar umas meias e já escolhi uma meada para umas caneleiras, bem como as agulhas, desta vez prismáticas!
Gosto de ter umas meias/caneleiras nas agulhas porque, tal como os livros de bolso, posso as levar comigo para todo o lado. A propósito de meias, no livro há referência ao tempo da guerra em que cada um dava o seu contributo, sendo o das empregadas das casas, como a de Riverton, tricotar meias e cachecóis para os soldados.
fotografia daqui
Encontrei este livro na amazon, enquanto pesquisava a imagem anterior.
Partilho e leio sobre tricot e livros no Yarn Along.

segunda-feira

Entre Serras

Dividi estes dias de Páscoa entre duas Serras.
A Alentejana...
E a "minha" Serra.
da janela do meu quarto
da outra janela
A "minha" Serra estende-se até ao mar ladeado por pequenas e tranquilas povoações, como a aldeia em verso.
Na "minha" Serra, enquanto a Inês cansou os cães, estudou e pedalou com os primos, eu tricotei umas meias para ela e bordei para a Madalena.

Na Páscoa não faltou um tesouro escondido no jardim dos avós.
Para o pequeno Lourenço, o "Coelhinho" entregou em mãos, um "gande" ovo!
 

A minha afilhada trocou comigo chocolates e eu ofereci-lhe uma aula, de costura, com a Cláudia, onde fez uma saia.
 A minha afilhada, mimando a Loira e o meu afilhado sendo mimado pela Madalena.
A Páscoa em família, vivida entre Serras, era do que eu estava a precisar! Sinto-me em forma para mais um período lectivo.

quinta-feira

Estojo para tricot

 




Erros que cometi: o tecido do bolso mais pequeno ficou com as flores de pernas para o ar. Deixei ficar, marca da minha faceta de distraída! Da 1ª vez a fita ficou mal colocada, deve ser "torcida", para ficarem as duas metades bem posicionadas, algo que dispensa a nossa atenção quando a fita não tem direito e avesso.
Alguns pormenores:
Cortei pequenos bolsos com a sizzix. Os de linho, entretelei e dei uns pontos à máquina na abertura do bolso.

Os de burel não mereceram nenhum cuidado especial, pois o burel não desfia.
No forro, para perfumar o estojo, coloquei alfazema.
Fica este vídeo da Cláudia, da Riera Alta que vos poderá ajudar.
Próximo projecto, bolsa para a malha e novelos, personalizada com um S, a ponto de cruz.

quarta-feira

Taleigo para Tricot

Aproveitando um linho antigo picado/manchado, que tive de tingir e mais uma sobra deste tecido japonês, resolvi fazer um taleigo para um dos muitos trabalhos de tricot que tenho em mãos.

Tinha pensado em aplicar num dos lados do taleigo, um dos bordados que tenho guardados, à espera de "ideias/ aplicações", mas pensei melhor e decidi que quanto mais simples mais iria gostar do meu taleigo.
 As instruções segui por este  e este vídeo, da Cláudia, da Riera Alta.