terça-feira

Bordados

  • Árvore da Vida para os meus Pais.
  • Árvore com esquilos, para a minha filha Madalena.
  • Sampler para os meus irmãos.
  • E  finalmente, para mim, estou a bordar cães e gatos, para o meu futuro chaveiro. 
    Pouco bordei, melhor dizendo, quase nada, enquanto estive no Alentejo, tantos foram os apelos do campo alentejano.Mas também senti a falta do meu novo bastidor!
    Durante este mês irei partilhando novidades de alguns destes bordados. De qual?! Não sei. Talvez de nenhum, pois quero renovar a minha sala, antes do Natal, e para isso tenho estudado Crewel, e talvez tente bordar com a nova lã da D.M.C., mas não sei se será a mais indicada, para o efeito que eu pretendo.
  • Fica um apanhado dos bordados que caoticamente dão cor à minha mesa.
    Caso para dizer, mais bordados do que tempo! O meu problema sempre foi o mesmo "More ideas than time"!

segunda-feira

Alentejo

Apaixonei-me perdidamente por este pedaço de terra Lusa e pela sua gente. No Verão, passei aqui dias "fabulásticos". Encantei-me com as "Ruas floridas", no Redondo e com a olaria do Mestre Xico Tarefa e do seu filho.
Museu do Barro; Redondo
Fiquei em casa dos meus primos, na Aldeia da Serra onde, um dia, iniciei esta minha paixão pelo Alentejo, guiada pela leitura do livro "Malhas Portuguesas".
Reencontrei a Dona Meletina, nesta fotografia a dançar com a minha prima. Nas festas do Redondo fiquei uma vez mais maravilhada com as suas meias, desta vez acompanhadas de um bordado de ponto de cruz antigo, "lá de casa".
 Festejei o aniversário do Zé Miguel, neto da Srª do livro, da Rosa Pomar.
Mas não fiquei por aí, com ele aprendi a dançar nas festas da Aldeia da Serra.

E até cantei para a aldeia, com a minha prima, apoiadas pelos "Broa de mel" e por um holandês.
Este fim-de semana, a minha estadia foi mais calma. Desfrutei em pleno o campo alentejano, do amanhecer ao entardecer, com os sons dos chocalhos e o cantar do galo, mas só depois das 4 da tarde " para não incomodar o patrão", disse o João  Manel brincando.
Fiz pequenas caminhadas com a minha prima, sempre com os nossos cães brincando lado a lado.

A comida estava deliciosa, tanto a que exigiu horas e horas de atenção, como a que foi directamente da horta para a panela.
A propósito de comida, comecei sempre o dia com um pequeno almoço, acompanhada dos meus cães e dos do Monte, mais a simpática gata Sushi.

Pote do  Mestre Xico Tarefa, com o pássaro da Serra d'Ossa
A harmonia entre os amigos de "4 patas" fez-me pegar num novo bordado.

Entretanto tive "vagar" para terminar de tricotar o colete, para a minha filha.
O João  Manel, enquanto punha as novidades do Monte em dia, ensinou-me que eles não têm folga, mas "momentos de vagar" como aquele que estava a ter ali conversando connosco, acerca dos "alemons" (alemães), das últimas eleições, do Spila (Spínola ) e do seu sonho de um dia ir à Madeira. Ao final da manhã cruzámos-nos com ele e com o pai, com quase 90 anos, com quem aprendi a gostar ainda mais do Alentejo. "Para a semana faço 86 anos, por isso já pouco ajudo o meu João! Cuido da horta e queria plantar ali, onde estavam os cavalos, morangos. Seria uma beleza! - Não pai, ali é para a burra!". E vi-me envolvida na conversa entre pai e filho.
Cada dia vivido no Alentejo é um dia com "tempo de vagar" e sabe tão bem!

O.P.A.M

Voltei para continuar com a minha participação no desafio da Peg.
Em Setembro, com o regresso às aulas, a falta de tempo foi mais que muita, mas tinha de fazer o saco de educação física que a minha afilhada me pediu. 
Aqui está ele!
 
o outro lado
 Para a Carminho, irmã da minha afilhada, fiz-lhe um mimo para não chegar lá a casa apenas com o saco para a irmã. Sempre que tenho tempo, faço um esforço para agradar igualmente, os "manos" da minha família. Claro que faz parte do crescimento, sentirem alguma "frustração/ desconsolo". Como não estou interessada em participar activamente nessa parte do crescimento, inventei tempo para fazer esta almofada de alfazema, com o animal preferido da Carminho. Ainda bem que a fiz, porque valeu a forma como a recebeu e o destaque que lhe deu no seu quarto. Ficam estas fotografias mas conto tirar fotografias melhores, para depois partilhar com vocês.


Este mês, também bordei para os meus pais mais um bocado da árvore da Vida e tricotei, não tendo terminado nenhuma peça. Espero, em Outubro, ter mais trabalhos finalizados para partilhar aqui e na página da Peg.
 Feliz Outono para todos nós!

Ainda não sei o que vou fazer !

Durante o Verão estive sem computador, daí esta minha ausência por aqui. Como gosto de blogar, recorri ao facebook da Tayari, pois conseguia rapidamente fazê-lo apenas com o telemóvel e o tablet. A verdade é que não sei se retome, se renove, se ...! Já há um tempo que sinto necessidade de renovar este espaço. Hoje quando vi o novo blogue da Borboleta Africana, fiquei com a certeza que tenho de fazer algo, mas não sei o quê! Talvez ficar por aqui. Gostei mas se calhar já chega! Ou então contínuo, talvez até ao final de 2013, para não interromper a minha  participação nos blogues da Cindy, às 2ªf, da Kootoyoo, às 5ªf e da Peg, no final de cada mês. Vou pensar. A barra lateral é o que me fará mais falta, mantendo-me organizada e a par das novidades dos blogues que mais gosto. Mas posso sempre manter o blogue sem fazer publicações. Será  uma maneira diferente de "borboletear" na blogosfera.

terça-feira

Dias no campo - registo fotográfico


 Aldeia da Pena, aldeia de xisto, com 8 habitantes permanentes!



 O artesanato da aldeia, pelo Srº António e pela sua mulher; São chamados, pelos restantes habitantes " O Casalinho".
 Os restantes 6 habitantes são, 2 irmãos, as 2 mulheres e as 2 filhas, que nos receberam com extrema simpatia.
Daqui seguimos para as termas de S.Pedro do Sul.


Museu das Termas

 No final da tarde, os bancos dos jardins são ocupados pelas senhoras a tricotar e os homens a conversar.
 O Zé aproveitou para desenhar enquanto eu comprava linho caseiro, da região.
Jantámos em Viseu.

No dia seguinte fomos conhecer mais uma aldeia, Póvoa Dão.
Descansámos nas praias fluvias dos arredores.
 

 Como gosto mais do mar, aproveitei para dar ao dedo, na hora dos mergulhos!
O campo deu para carregar as baterias, antes do regresso ao trabalho, e para matar a saudade dos nossos cães.



A minha sogra mimou-nos estes dias e até teve a paciência de preparar-nos uma "piscina" para que nada nos faltasse!
No campo terminei a capa para o tablet da Madalena e iniciei mais um saco.