segunda-feira

Bolsa Japonesa

 
 Uma bolsa fácil e rápida de fazer. Segui este vídeo e as instruções da Martha Stewart. O dowload do molde é gratuito.
Caneleiras Zitron

 A ideia é a bolsa servir para os meus projectos de malha "portáteis", mas as minhas filhas já se fizeram à bolsa!
Enfim, cá por casa partilhamos quase tudo e isso faz-me feliz, é sinal que gostam do que faço e que as minhas peças não "têm idade", são dos 22 aos 50!
Tecido exterior da bolsa eda Retrosaria, da Rosa Pomar
 Uma pequena nota, para terminar a bolsa as alças têm de ser terminadas à mão com ponto invisível, no entanto encontrei este outro vídeo segundo o qual não é necessário. Em contra partida têm o trabalho de virar as alças, algo que nem sempre é fácil para quem não tem auxiliares como o que é apresentado no vídeo. (em tempos vi à venda na retrosaria do Corte Inglês de Lisboa).
Uma vez mais, partilho este trabalho no blog da Cindy, onde poderão encontar ideias sem fim!

quarta-feira

Campo Inglês e os anos 20

O campo inglês é algo que sempre me fascinou, tal como os anos 20, por isso a leitura da sinopse deste livro de bolso levou-me a o escolher como leitura de "cabeceira e mala".
 Lendo "Duas irmãs numa história de amor e traição" poderia ter feito com que não desse nenhuma hipótese de leitura a este livro! No entanto aprendi que não devemos julgar um livro pela sua capa. Claro que sendo uma "leitora Bertrand" também tenho aconselhamento na livraria que frequento há anos e não estou nada arrependida de ter decidido ler "The House at Riverton", de Kate Morton. Gosto da escrita descritiva e bem adjectivada da autora, que me permite viajar no tempo até ao campo inglês. E mais não digo para não roubar o prazer da leitura deste romance a ninguém, mas podem ouvir aqui o que a autora tem para nos dizer!Durante a minha rápida pesquisa encontrei aqui, neste vídeo, caras para as personagens de Riverton.
Quanto ao tricot, estou a terminar umas meias e já escolhi uma meada para umas caneleiras, bem como as agulhas, desta vez prismáticas!
Gosto de ter umas meias/caneleiras nas agulhas porque, tal como os livros de bolso, posso as levar comigo para todo o lado. A propósito de meias, no livro há referência ao tempo da guerra em que cada um dava o seu contributo, sendo o das empregadas das casas, como a de Riverton, tricotar meias e cachecóis para os soldados.
fotografia daqui
Encontrei este livro na amazon, enquanto pesquisava a imagem anterior.
Partilho e leio sobre tricot e livros no Yarn Along.

segunda-feira

Entre Serras

Dividi estes dias de Páscoa entre duas Serras.
A Alentejana...
E a "minha" Serra.
da janela do meu quarto
da outra janela
A "minha" Serra estende-se até ao mar ladeado por pequenas e tranquilas povoações, como a aldeia em verso.
Na "minha" Serra, enquanto a Inês cansou os cães, estudou e pedalou com os primos, eu tricotei umas meias para ela e bordei para a Madalena.

Na Páscoa não faltou um tesouro escondido no jardim dos avós.
Para o pequeno Lourenço, o "Coelhinho" entregou em mãos, um "gande" ovo!
 

A minha afilhada trocou comigo chocolates e eu ofereci-lhe uma aula, de costura, com a Cláudia, onde fez uma saia.
 A minha afilhada, mimando a Loira e o meu afilhado sendo mimado pela Madalena.
A Páscoa em família, vivida entre Serras, era do que eu estava a precisar! Sinto-me em forma para mais um período lectivo.

quinta-feira

Estojo para tricot

 




Erros que cometi: o tecido do bolso mais pequeno ficou com as flores de pernas para o ar. Deixei ficar, marca da minha faceta de distraída! Da 1ª vez a fita ficou mal colocada, deve ser "torcida", para ficarem as duas metades bem posicionadas, algo que dispensa a nossa atenção quando a fita não tem direito e avesso.
Alguns pormenores:
Cortei pequenos bolsos com a sizzix. Os de linho, entretelei e dei uns pontos à máquina na abertura do bolso.

Os de burel não mereceram nenhum cuidado especial, pois o burel não desfia.
No forro, para perfumar o estojo, coloquei alfazema.
Fica este vídeo da Cláudia, da Riera Alta que vos poderá ajudar.
Próximo projecto, bolsa para a malha e novelos, personalizada com um S, a ponto de cruz.

quarta-feira

Taleigo para Tricot

Aproveitando um linho antigo picado/manchado, que tive de tingir e mais uma sobra deste tecido japonês, resolvi fazer um taleigo para um dos muitos trabalhos de tricot que tenho em mãos.

Tinha pensado em aplicar num dos lados do taleigo, um dos bordados que tenho guardados, à espera de "ideias/ aplicações", mas pensei melhor e decidi que quanto mais simples mais iria gostar do meu taleigo.
 As instruções segui por este  e este vídeo, da Cláudia, da Riera Alta.

domingo

Família na Aldeia da Serra

 Ensinar malha no Alentejo, só podia ser com lã alentejana!
 Até aos mais novos conseguimos prender a atenção e despertar a curiosidade para a nossa actividade de volta de fios. 
Desde a lã...
...ao fio de algodão.
 "- A tia tem cá uma paciência para contar fios! "
Também ouvi, quando peguei no ponto de cruz:
"- Que seca!"
A tia Rita deu-lhes vasos de barro para pintarem.

Quem não tinha tinta nem vaso, não foi menos criativo!
O tio, também se juntou ao grupo dos pintores.
Imitando o tio, experimentaram trabalhar a madeira.

 Toda esta actividade era intervalada com observação do campo alentejano,
 Caminhadas e tempo dedicado aos animais.


preta e branca, muito engraçada!

Aos animais da casa, não foram poupados mimos!


Ainda bem que podemos contar sempre com excelentes petiscos e refeições alentejanas para carregarmos as "baterias", necessárias a tanta actividade.
Ao serão descansávamos ouvindo histórias do Alentejo.